Medicinas Vibracionais

Para compreendermos o conceito de Medicina Vibracional, resolvi colocar uma adaptação e resumo de texto, feita por mim mesma, para este canal, resumido do livro Medicina Vibracional, do Dr. Richard Gerber, porque assim e isso é muito bom, e é para todos saberem e entenderem.

Eu não quis e não quero falar por mim mesma, porque eu sou uma pessoa que sigo e represento, apresento os meus professores e mestres. Eles sabem falar mais do que a gente. A gente só se ocupa e vive, das obras, nossas e deles. ❤

Ele nos diz assim, para entendermos. E eu ajudo a esclarecer:

“Como podemos compreender os diversos mecanismos de cura e também encarar a saúde e a doença de um modo geral?

A resposta é: estudando um sistema de pensamento que estuda o funcionamento do corpo humano a partir de uma perspectiva que o considera como sendo constituído por múltiplos sistemas energéticos que se influenciam reciprocamente, indo além do modelo de doença geralmente aceito pela medicina a fim de compreender de forma mais profunda porque os nossos pensamentos e emoções afetam a nossa fisiologia.  

Esse tipo de estudo e de pensamento cria uma ponte que liga a ciência e a metafísica (o que está além do físico).

Vamos nos dispor a compreender as verdadeiras naturezas da cura?

Vamos investigar as verdadeiras razões pelas quais as pessoas permanecem saudáveis?

Uma das principais razões pelos quais os médicos tanto relutam em aceitar a validade dos métodos alternativos, que hoje podem ser considerados apenas um outro método, é o fato deles encararem o corpo físico como sendo a única dimensão da existência humana. Mas acreditamos realmente, que este conceito está um pouco ultrapassado. E todos nós sabemos disso. Ou deveríamos saber.

Agora sabemos que os cientistas reconhecem que a mente tem a capacidade de influenciar os mecanismos biomoleculares que regulam o funcionamento do corpo. (ver a série da NetFlix chamada Heal).

Durante anos os médicos achavam que a consciência era produzida pelo cérebro assim como a vesícula biliar produz a bílis. A consciência foi considerada apenas um subproduto do funcionamento do sistema nervoso central. Os neurofisiologistas procuraram durante muito tempo localizar a área do cérebro responsável pelo livre arbítrio e pela tomada de decisões. Embora eles talvez possam identificar regiões da massa cinzenta que participam do processo de execução de instruções específicas, os pesquisadores terão de procurar muito antes de conseguirem de alguma maneira descobrir no interior do cérebro a verdadeira sede da consciência.

Apesar de o cérebro ser um biocomputador complexo, ele ainda tem a necessidade de um programador para instruir o sistema nervoso a respeito das coisas que tem que fazer e de como deve agir. Esta entidade consciente que utiliza o biomecanismo do cérebro e do corpo é alma ou o espírito humano. O que chamamos de domínio espiritual faz parte de uma série de sistemas energéticos de dimensões mais elevadas e que estão em contato direto com o hardwere  que conhecemos pelo nome de cérebro e corpo. São esses sistemas de dimensões mais elevadas, a nossa assim chamada anatomia dos sistemas energéticos sutis, que a ciência ainda não reconhece. Os métodos alternativos de cura freqüentemente são eficazes porque conseguem corrigir os padrões anormais de funcionamento dos sistemas de dimensões superiores, os quais controlam o mecanismo celular e os padrões de expressão comportamental.

Os meridianos da acupuntura, os chackras, os nádis, o corpo etérico e outros sistemas superiores são partes da anatomia humana multidimensional que tem sido descritas por veneráveis escolas de cura de todo o mundo. Durante muito tempo a ciência ocidental ignorou as descrições  dos componentes etéricos da fisiologia porque sua existência nunca pode ser documentada pela dissecção anatômica. Um meridiano nunca foi visto em um microscópio. Mas agora,  tecnologia se desenvolveu suficientemente para confirmar que os sistemas de energia sutil existem e influenciam o comportamento fisiológico dos sistemas celulares.

É somente através da aceitação dessa estrutura de funcionamento multidimensional que os cientistas poderão começar a compreender a verdadeira natureza da fisiologia humana e os fatores responsáveis pela doença e pelo bem estar.

A realização de curas por meio de métodos que agem sobre os elemento da parte da anatomia humana constituída pelos sistemas de energia sutil é apenas um prolongamento da ciência médica atual. É uma questão de expandir a visão do modelo newtoniano da física pela visão Eisnteniana.

Este quadro maior mostra a nós humanos como seres de energias multidimensionais. A física quântica e as experiências realizadas no campo da física de partículas de alta energia nos mostram que, no nível das partículas, toda matéria é na verdade, energia. A medicina eisnteniana é um ponto de vista que tenta colocar a visão newtoniana da máquina biológica dentro da perspectiva de sistemas de energia dinâmicos interagentes.

Se somos constituídos de energias, segue-se, portanto, que podemos ser afetados pela energia. Raios X e Radioterapia são exemplos de como as energias podem ser usadas para os diagnósticos e para a cura. A diferença aqui é que elas são “densas” e não “sutis”, compreendem?

Esta é uma síntese de um campo, de uma nova ciência, que está recebendo uma base teórica. Uma nova fronteira da ciência.

A questão fundamental é a validação experimental. Experimente.

“A questão é que precisamos começar a estudar os métodos alternativos de cura pelo que eles podem nos ensinar a respeito de nós mesmos enquanto seres espirituais em processo de evolução, e também pela ajuda que possam nos proporcionar no tratamento de enfermidades contras as quais a medicina ortodoxa pode fazer muito pouco.”

“Podemos levar tudo isso em consideração de forma crítica, porém aberta, e que adquiram uma melhor compreensão de si mesmas enquanto seres multidimensionais com um potencial ilimitado de cura e crescimento”.

Este texto é adaptado e resumido por Grace Maria Govinda, do livro Medicina Vibracional, do Dr. Richard Gerber, publicado no Brasil, pela editora Cultrix.